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quinta-feira, 9 de junho de 2011

Roda moinho...

É tudo muito simples: eu não nasci para trabalhar dentro de uma empresa, cheia de regras e presa a hierarquias e burocracia. Tem uma coisa que não é tão simples assim, que nesse caso específico é a porra do capitalismo. Sim, todas as criaturas do mundo (incluindo euzinha aqui) tem que ganhar dinheiro para pagar suas contas e para isso fazemos coisas que não gostamos (leia odiamos). E essa não sou eu, me sinto presa, sufocada, sem vontade de existir. Acordar cedo para sustentar algo no qual sou completamente contra não faz parte do meu sonho infantil, faz parte de uma realidade que eu construí e não consigo sair por um motivo tão ridículo: medo (leia se cagando de medo de não ter dinheiro pra pagar a faculdade).
Eu vivo nesse dilema, essa sou eu, aquela que quer jogar tudo pro alto e finalmente parar de se preocupar com seu futuro mal de alzheimer (pq né, o que vocês acham que vão acontecer com tanto stress e infelicidade? :P) e finalmente me preocupar comigo, com meus desejos, objetivos, carreira, sonhos. Também tem aquela outra, que também sou eu, mas que é ajuizada demais, responsável demais e cagona demais para tomar atitudes como essa.

Enquanto minha confusão mental está por aí e o capitalismo não acaba (tudo bem, acho que isso pode demorar um pouco), fico aqui esperando até final do ano para que eu finalmente possar cantar junto com a Barbra Streisand.
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quinta-feira, 26 de maio de 2011

Na clínica de cirurgia plástica

Essa história é baseada em fatos reais.
 
O meu colesterol está um tanto alterado e por isso resolvi ir no endocrinologista como uma forma de adiar o início da minha alimentação saudável e atividades físicas. Para isso, pedi indicações para minhas colegas da faculdade e uma santa alma indicou um médico. Liguei lá, toda feliz, marquei a consulta e ontem finalmente chegou o dia.
Cheguei lá metade empolgada e metade triste pelo fato de ter que iniciar uma vida saudável. Falei com a recepcionista e ela pediu pra aguardar, sentei lá e comecei a ficar apavorada com a quantidade de mulheres operadas. E pior: elas estavam conversando sobre como é importante uma mulher ficar com a barriga retinha e o peito durinho para seu marido. Eu ri baixinho e falei pra mim mesma: que absurdo. A menina que estava do meu lado riu também e perguntou: essa não é a sua prioridade, né? E ai começamos a conversar sobre plásticas, eu comecei a explicar o motivo de não querer fazer e ela perguntando quanto eu coloquei de silicone nos seios.
Tudo bem, eu sou peituda, mas perguntar assim do nada se eu coloquei silicone é demais, né? Fiquei meio ofendida, mas respondi que não coloquei silicone. A menina que estava conversando comigo tinha 19 anos e disse que tinha colocado silicone há algumas semanas atrás. Por sorte (ou por azar), fui chamada para ser atendida, o médico tinha uma cara super esticada e fiquei me perguntando o motivo.
O médico perguntou por que eu estava lá e contei todo meu mimimi de colesterol alto e tudo mais. Ele me perguntou de forma direta: entao, você quer fazer uma lipo?
Eu não sabia o que falar, mas eu finalmente comecei a ligar todas as coisas: eu estava em uma clínica de cirurgia plástica?
- Olha só, eu não quero fazer cirurgia nenhuma, eu quero uma dieta pra eu perder uns quilos e fazer as pazes com o colesterol e meu corpo.
- Mas, eu preciso sustentar meus três filhos, preciso colocar um bisturi bem afiadinho em você. (risadas do médico esticado)
- Então, eu acho que houve um grande engano, a fulana de tal me indicou seu nome como endócrino.
- Ah, a fulana de tal! A mãe dela tá pensando em fazer lipo.
- Hmm... entendo. Bem, então acho que tem algo errado, foi um grande mal entendido, mas obrigada pela sua atenção.
- Mas então Thayz, você é casada?
- Sim.
- O que você acha de fazer uma surpresa pro seu marido e fazer uma lipo? Tenho certeza que ele vai gamar.
- Eu quero que meu marido se lasque se ele quiser que eu faça lipo (cara de espanto do médico). Na verdade, ele acha muito curioso essa história de colocar silicone e morre de curiosidade de jogar uma pedra pra saber o que quebra primeiro (cara de terror do médico).
- Entendo...
- Então tá, obrigada e desculpa qualquer coisa.
Depois que eu sai de lá, eu tive um ataque de riso que não passou até agora. Finalmente entendi a conversa das meninas e a pergunta da garota sobre a quantidade de silicone que eu supostamente coloquei.
Será que foi uma pegadinha? Ou eu sou desligada ao extremo? Pode ser os dois, né?

domingo, 2 de janeiro de 2011

E que esse ano seja novo!

O ano começou super bem, só em ver a Dilma virar presidenta (eu chamo do jeito que eu quero, ora porra) já fiquei muito feliz.
Vou imitar a Luci na cara de pau, também vou colocar uma música que traduz tudo o que meu 2011 será. Estou finalmente pronta, eu estava só esperando esse momento para voar...




Blackbird singing in the dead of the night
Take these broken wings and learn to fly
All your life
You were only waiting for this moment to arise.
Blackbird singing in the dead of the night
Take these sunken eyes and learn to see
All your life

You were only waiting for this moment to be free.

Blackbird fly, Blackbird fly
Into the light of the dark black night.

Blackbird fly, Blackbird fly
Into the light of the dark black night.

Blackbird singing in the dead of the night
Take these broken wings and learn to fly
All your life

You were only waiting for this moment to arise
You were only waiting for this moment to arise
You were only waiting for this moment to arise.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Na entrevista

Trabalhar com RH, às vezes, é meio perverso. Te coloca numa posição muito louca, é você quem vai decidir se o cara tem o "perfil" do emprego ou não. Eu sempre vejo empresas pedindo coisas absurdas, que ter perfil ou não é simplesmente estar dentro do padrão ou não. Não, eu não gosto de trabalha com RH, mas preciso fazê-lo por mais um tempo ou pelo menos até terminar a faculdade. Precisar de dinheiro é uma bosta, né? Mas isso é tema para outro post, hoje eu quero falar sobre a entrevista que eu fiz parar trabalhar com RH.

Entrevistadora: E você gosta de trabalhar com pessoas?
Thayz: Gosto. (Mas, depende do tipo de pessoa que você está falando, se for daquelas preconceituosas, que saem por aí julgando pela cor, sexo, orientação sexual e tudo que ela achar que não é legal pra ela, ah, essas eu odeio. Dessas eu quero distância! Prefiro ficar horas a fio brincando com a minha gatinha Mafalda, ela é muito mais divertida que muito ser humano por aí. Na verdade, eu gosto muito mais de escrever, ler, assistir filmes e beber uma bela cerveja. Fazer coisas criativas e não ficar 08 horas por dia trancada numa sala com pessoas que só falam em como podem enriquecer mais ainda. Na verdade, vou terminar psicologia e fazer mestrado e depois doutorado, porque eu quero mesmo é ser professora universitária. Entendeu?)
Entrevistadora: Ótimo, pode iniciar segunda?
Thayz: Claro. (Que bosta, fui contratada.)

E assim o meu tempo diminuiu. Mas, eu sou uma pessoa muito cíclica, acredito muito em um ano novo com novas esperanças e acontecimentos. 2010 já foi um ano super, super bacana, onde enfrentei coisas que achava impossível e recomecei esse blog que vos fala. 2011 eu vou arrasar, gente. Vou virar sacoleira pra me livrar do RH (falo mais depois). Agora vou descansar, pq eu tô bem gripadinha e eu vou já curar essa gripe com cerveja. hihi
E meu ano já vai começar ótimo: vou assistir a posse da Dilma, mesmo sendo pela TV, eu fico morta de orgulhosa em saber que é ela.

É muito orgulho pra um começo de ano, né?

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Não, não posso parar...

Como diria o refrão de uma das suas músicas prediletas: não, não posso parar, se eu paro eu penso, se eu penso, eu choro.
Se você estivesse aqui, iria tomar um chopp comigo? Ou talvez, ficar empolgado e colocar na cabeça que iria ver a posse da Dilma, eu acho que você iria e também vibraria com todos os feitos do governo Lula, no qual você sempre acreditou e me ensinou a acreditar. Será que mesmo depois de tantos anos, iria continuar falando pra mim que tudo iria dar certo (e sempre dá)? Iria continuar lendo tudo que eu escrevo, me incentivando, me amando... Sem dúvida estaria por ai, com um olhar crítico e curioso no mundo, no qual herdei com muito orgulho. Será que você continuaria me ensinando que todos somos um só, me mostrando onde e como existe o preconceito? Com certeza continuaria com o seu humor absurdo, que era só seu! Animava qualquer lugar que chegava, aliás, alegrava até onde não estava, como hoje me alegra mesmo sem não estar do meu lado.

Eu não sei como, mas todos os dias eu sinto saudades. Hoje, em especial, gostaria de saber como seria se você estivesse aqui. Certamente, seria muito mais fantástico, pq de alguma forma você tornava minha vida encantada, um conto de fadas. Você, meu pai, é quem me faz levantar cedo todos os dias na esperança de que um dia tudo deixe de ser só esperança e vire um fato consumado.
É você e eu te amo. E eu queria muito, muito, te dar um abraço! Como eu não posso, eu tento abraçar o mundo inteiro na esperança de você estar lá.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Progressista, mas machista!

Dezembro deixa todo mundo sem tempo, eu não sei o que acontece. E eu entrei nessa de estar sem tempo. Mas, estou parando tudo que deveria fazer para falar minha opinião sobre o post do Nassif e seu feminazi.

Ok, o cara se diz de esquerda e progressista. Para alguns, isso não quer dizer nada, para mim significa que essa pessoa tem uma sensibilidade, consegue enxergar além das piadas de mau gosto, é uma pessoa que luta a favor das minorias. E ser mulher hoje é ter que reconstruir um mundo construído por machistas. Gente, não é fácil! Fazer isso é ser chamada de louca e esquisita por aí, é ouvir coisas absurdas de moralistas medievais que ainda acham que mulher deve servir apenas ao seu deus-homem-pênis, é ter que ler noticas sobre mulheres que foram violentadas só por serem mulheres, é ser chamada de barraqueira, radical, feminazi... É cansativo demais sair todo dia de casa, lutar pelos seus direitos e ainda ouvir tudo isso por aí (inclusive de mulheres que nem teriam tantos direitos que tem hoje se não fossem as "loucas" feministas), mas pior ainda é ver um cara que se diz progressista autorizar um machista a fazer comentários completamente violentos contra a mulher. Sim, pra mim foi um insulto ler que o Governo deve se preocupar com o abuso sexual masculino nas penitenciárias, pois é errado dar mais atenção aos casos de abuso de mulher. E mais, em vez de Nassif pedir desculpas, publicar um post de repúdio ao feminazi ou sei lá, qualquer coisa que me convença que ele ainda é um cara progressista, ele simplesmente nos chama de barraqueiras, que não sabemos lutar por uma causa e ainda se diz feminista por ter 5 mil parentes mulheres. E eu com isso? Cadê a sua atitude feminista?
Como mulher, sinto-me arrasada em ver que as pessoas podem brincar com meus direitos dessa forma. Como feminista, sinto-me triste, mas encontro forças para continuar lutando por um mundo menos machista, onde as mulheres possam ser vistas como mulheres e não apenas como brinquedinhos da mídia (progressista ou não).

Mais posts sobre o assunto: http://cynthiasemiramis.org/, http://escrevalolaescreva.blogspot.com/2010/12/como-falar-bobagens-e-ser-publicado-num.html, http://liadelua.blogspot.com/2010/12/menina-nao-reclama-que-e-feio.html, http://novamentebizarro.wordpress.com/2010/12/11/feminazi/.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Fim da Violência contra a Mulher

Quando cheguei em Curitiba, lembro que todos queriam que meu namorado ficasse aqui e eu morasse no interior com os pais dele, pois dessa forma ele juntaria dinheiro o suficiente pra me sustentar. Eu achei estranho, falei que não era necessário, pois eu me sustentaria, ora bolas! Me perguntaram como já que eu tinha uma faculdade pra pagar (e acharam desnecessário eu fazer a faculdade, seria melhor trancá-la), até que eu falei: gente, eu vou trabalhar e ganho muito bem no que eu faço. O queixo de todos cairam e formaram uma cratera no chão, ninguém tinha imaginado que eu iria trabalhar e fazer faculdade, era demais para uma mulher. E foi assim que eles descobriram que eu não era uma mulher que iria ficar dentro de casa cozinhando, lavando e esperando ser sustentada pelo namorado.
Quis relatar esse caso, pois pra mim isso é um tipo de violência sim! Esse é um dos tipos de violência que as mulheres sofrem todos os dias e esse tipo de conceito é que forma ações violentas, aquelas que todos nos preocupamos: agressão física e a morte.
Eu quero falar dessa violência silenciosa que é formada todos os dias na sociedade. Sim, todos os dias formamos mais homens e mulheres machistas, que acham que lugar de mulher é no fogão mesmo, que diabos a mulher vai se intrometer fazendo outro tipo de atividade? É o gene de dona de casa, minha gente! Todas as pessoas machistas acham que nascemos com esse gene: eu sou mulher e sou obrigada a saber e fazer serviços de casa. Ah, tem que ser magérrima e linda também, se não você não serve pra nada. É o conceito de mulher frágil que está aqui na terra apenas para procriar. Ok, podemos jogar fora as mulheres que não podem ter filhos?
Não estou criticando mulheres que querem ou gostam de trabalhos domésticos, o que incomoda é a obrigação de termos que fazer só por causa da vagina. E é nesse tipo de pensamento que acontecem as violências, as agressões e a mulher, como uma boa servidora do seu macho, é obrigada a aguentar. NÃO! BASTA!
O lugar da mulher é onde ela quiser, onde ela achar que deve ser, onde ela for feliz! Ninguém tem que acusá-la ou cobrá-la por algo que ela deve ser. Uma vez uma colega de trabalho falou pra mim que eu deveria ter nascido homem, já que eu sou tão "diferente" e tivemos o seguinte diálogo:
- Não acho que deveria ter nascido homem, eu adoro ser mulher!
- Mas, você não pensa como mulher...
- Eu penso como mulher sim, é você que pensa com preconceito em relação a mulheres.
- Mas, eu sou mulher! Como posso ter preconceito comigo mesma?
- Fazendo esse tipo de comentário, que mulher deve seguir um tipo de pensamento único só por causa do sexo, mas, se eu fosse homem eu poderia pensar o que quisesse. Isso é preconceito sim.

Minha colega de trabalho ficou constragida, ela realmente não percebeu o comentário sexista que havia feito, na verdade, ninguém percebe. Todos os dias construimos padrões e não entendemos que com isso acabamos criando uma cultura violenta e machista, a mesma cultura que gera episódios como esse: http://www.in-vestindo.com/2010/11/aonde-vamos-parar.html .
Meu nome é Thayz, sou feminista, luto todos os dias contra a violência da mulher. E você? Vai deixar que essa violência continue com você? Sua filha? Irmã? Prima? Cunhada? Tia? Com todas as mulheres que você ama?

domingo, 10 de outubro de 2010

Chega!

Ontem fui para as ruas com o pessoal da campanha da Dilma e eu fiquei apavorada pela falta de informação que as pessoas levam com elas e simplesmente querem ignorar uma outra versão da história. Houve um momento em que eu comecei a gritar pq as pessoas querem votar em uma pessoa que vai governar para a burguesia, que em 8 anos de governo do FHC/PSDB  não fez nenhumazinha Universidade Federal e em 8 anos o governo Lula fez 14 Universidades. Como alguém pode votar em alguém que fugiu na época da ditadura em vez de ficar e lutar pelo nosso país? Eu fico com Dilma, que foi torturada, lutou pelo nosso país para que hoje tenhamos democrácia (E mesmo assim as pessoas insistem em dizer que ela é contra a democrácia. Sim, ela foi torturada e hoje ela é contra a tudo que ela lutou, ela sofreu tudo aquilo pq ela não tinha o que fazer, né?)! Como alguém pode acreditar em uma criatura que parece com o Mr. Burns (tá, isso eu não falei, mas que parece, parece). As pessoas pararam e começaram a nos questionar sobre vários assuntos, foi bom o meu grito, apesar de hoje estar rouca. Todos fizeram a mesma pergunta sobre a questão do aborto, religião... Chega! Alguém, por favor, me mostra as propostas do Serra, pq até agora eu só vi mulheres passando a mão na barriga. Ele quer criar uma nova religião, é isso? Avisa pra ele que ser presidente não é um caminho muito certo pra isso. Eu quero um Estado Laico!
Temos que deixar toda essa discussão religiosa e polêmica de lado, em outro momento, com muita calma, a Dilma irá discutir junto com a população sobre tudo isso. A direita fez um grande estrago no Brasil, temos muito o que fazer ainda.
Vocês já viram o FHC pedindo voto pro Serra? Não, pq o governo FHC foi um fracasso e o Serra é farinha do mesmo saco e ele não quer que ninguém descubra isso. Por isso que eu voto na Dilma, ela tem muito orgulho de aparecer do lado do Lula, pq sabe que o nosso barbudinho tá fazendo o que ninguém fez: um governo para o povo.

sábado, 9 de outubro de 2010

Essa semana voltei pra academia, depois de 2 meses parada. Entendam, eu odeio todo esse clima de academia, musculação, corpo bonito/sarado, tudo isso é muito chato. Mas, uma coisa não posso evitar: preciso emagrecer. Não por questões estéticas, mas pela minha maldita genética e meu amor por doces, resistir a um doce é uma coisa absurdamente dificil. Isso deveria ser proibido por lei: pessoas não poderiam negar doces sobre possibilidade nenhuma.
E cá estou eu, uma jovem de personalidade forte, cheia de idéias, completamente revolucionária, mas que nunca poderia ser guerrilheira, provavelmente colocaria tudo a perder por um pedaço de pudim. É triste, mas é verdade.
Mas, tem três coisas que eu adoro na academia: a aula de luta (pq eu posso bater em todo mundo que eu quero no meu imaginário e nesse momento minha moral dorme), a aula de dança (pq eu esqueço que o mundo existe e eu vou para um musical da broadway) e o swasthya yôga, essa aula vem com terapia grátis. Meu professor sempre fala algo e eu fico dias (meses) pensando na patada que ele deu e dessa vez ele disse: "o ser humano é um ser cíclico, ele quer fazer tudo e depois não faz nada". E eu pensei nesse bloguinho que vos fala, ele não pode ser cíclico, nem mesmo por uma panela de arroz doce.
Hmmm... arroz doce... Nem mesmo por isso.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Eu sei que esse deveria ser um blog sobre filmes, mas a dona do blog tem tendências bipolar e mudou de idéia. Claro, vou continuar falando de cinema, sempre! Mas, eu também vou falar sobre outras coisas.

Demorei muito pra fazer um post, hein? É que eu também sou preguiçosa, mas prometo que estou trabalhando nisso. Na verdade, eu escrevo sempre, mas nunca posto. Talvez por medo, talvez por falta de tempo. Hoje a intenção desse blog é apenas deixar o meu grito sufocado por aqui, para que ele não se perca no meu caderno.

E é isso. Até a próxima, prometo. :D